Por ora, o apregoado “boom” das carnes permanece circunscrito, apenas e exclusivamente, à carne suína in natura, que foi a única a registrar, em setembro passado, resultados positivos nos quesitos volume exportado, preço médio obtido e, por decorrência, receita cambial. E tudo isso em relação tanto ao mês anterior quanto ao mesmo mês de 2018.

Foi só, infelizmente. Porque as carnes bovina e de frango enfrentaram redução de volume sobre agosto último e sobre setembro do ano passado, resultado que se estendeu à receita cambial dos dois produtos.

Efetuado um balanço final, constata-se que a receita somada das três carnes aumentou 0,23% em relação a agosto último, mas recuou mais de 5,50% em relação a setembro de 2018. O inquietante, neste caso, é que setembro do corrente exercício teve dois dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado.

 

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