Ciência e Tecnologia

Por Adeildo Lopes Cavalcante

Ciência e Tecnologia 2017-09-21T08:51:09+00:00
2905, 2018

Surge o superburro: novidade no mundo dos equídeos (burro, jumento e égua)

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Universidade Federal de Viçosa (localizada na cidade do mesmo nome em Minas Gerais) desenvolveram, dentro de um projeto inédito no Brasil, o que denominaram de superburro. Ele é fruto do cruzamento do jumento Pêga com égua da raça Bretã, originários, respectivamente, do Brasil e da França.

De peso que varia de 500 quilos a mil quilos, o superburro é um animal de tração (movimentação de carga); é resistente a temperaturas altas e adaptado a terrenos acidentados. Comparado com o cavalo, ele tem maior recuperação e menor consumo de água após uma jornada diária de trabalho de cinco horas.

Foto: Potro, exemplar do superburro (Setor de Equinos da UFRRJ).

2905, 2018

Pesquisa da Embrapa mostra que planta da Amazônia agrega ômega 3 ao tambaqui

Essa conclusão consta de pesquisa desenvolvida no núcleo Amazônia Ocidental da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e que teve por fim aumentar a quantidade de ácido graxo ômega 3 no tambaqui, peixe nativo da Bacia Amazônica e de grande importância na piscicultura nacional.

Rações enriquecidas com a planta amazônica Sacha Inchi (Plukenetia volubilis), rica em ácido linolênico (ômega 3), foram fornecidas aos animais na fase jovem, os quais absorveram o nutriente.

Trata-se, segundo os pesquisadores, de um importante passo para agregar valor nutricional ao peixe, uma vez que o ômega 3, relacionado ao combate de doenças cardíacas, está naturalmente presente em maiores quantidades em algumas espécies de peixes de águas frias (como o tambaqui), mas esse peixe possui pouca quantidade do nutriente. Os resultados foram obtidos por meio da pesquisa intitulada “Sacha Inchi na nutrição de juvenis de tambaqui”, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Foto: Síglia Souza

2905, 2018

Pesquisadores paulistas são premiados por salvar o cervo-do-pantanal da extinção

Um programa desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) que conseguiu reintroduzir o cervo-do-pantanal na Estação Ecológica de Jatai, em Luiz Antônio (SP) –onde a espécie já havia sido extinta–, recebeu o Prêmio Nacional da Biodiversidade, concedido pelo Ministério do Meio Ambiente.

Para obtenção e reintrodução dos animais, os pesquisadores fizeram uso da técnica de transferência de embriões, a qual permite obter de um a dez filhotes de cervo por ano.

O cervo-do-pantanal está na Lista Brasileira de Espécies Ameaçadas de Extinção, bem como no livro vermelho da União Internacional de Conservação da Natureza.

Foto: Walfrido Tomás

2905, 2018

Embrapa cria e lança régua que facilita manejo de pastagem para gado de corte

O núcleo Gado de Corte da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária criou e lançou uma nova tecnologia: a régua de manejo que tem por finalidade determinar o momento correto para a entrada e a saída do gado na pastagem.

“A régua vai facilitar o trabalho de manejo da pastagem de forma adequada”, afirma o zootecnista, Haroldo Pires Queiróz – um dos criadores da tecnologia. Segundo ele, o dispositivo traz indicações de entrada e saída de animais do pasto, conforme o tipo de capim e, na parte superior da régua, há um espaço para apresentação de marcas a serem associadas ao manejo correto das pastagens. Alexandre Agiova, pesquisador que também ajudou a criar o dispositivo, diz que “é comum nas fazendas brasileiras encontrar rebanhos em áreas superpastejadas, com os animais permanecendo no piquete (espaço para alimentação do gado) com o capim muito abaixo da altura indicada para a espécie, entre outras causas, por falta de um indicador seguro do momento de saída dos animais”.

Foto: Núcleo Gado de Corte da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

2905, 2018

Novidade: Instituto de Zootecnia de São Paulo desenvolve produto natural para combater carrapatos em bovinos

Inédito no Brasil, o produto foi elaborado à base de óleos essenciais e é capaz de controlar carrapatos em bovinos de forma rápida e eficiente. Ele resulta de estudos realizados pelos pesquisadores do Instituto de Zootecnia (IZ) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Cecília José Veríssimo e Luciana Morita Katiki, e o aluno de pós-graduação em produção animal do IZ.

Segundo os pesquisadores, no mundo todo empresas e estudiosos buscam o desenvolvimento de formulações alternativas, de origem natural, para o controle dos carrapatos em bovinos, devido à resistência daqueles parasitas aos produtos quimicos (carrapaticidas).

O diferencial do produto é a não utilização de composto sintético (químico) em sua formulação e sua ação rápida sobre os carrapatos. Em testes in vivo, ou seja, realizados no bovino, verificou-se a morte de diversas fases do parasita (larvas, ninfas, machos e fêmeas) em 48 horas, reduzindo significativamente a contagem de carrapatos nos animais logo na primeira semana. O teste in vitromostrou 100% de mortalidade da fêmea, que nem chegou a por ovos.

Foto: Instituto de Zootecnia da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Paulo

1204, 2018

A empresa NaanDanJain desenvolve e lança kit de irrigação de pastagem

Especializada no desenvolvimento, produção e comercialização de equipamentos de irrigação,  a NaanDanJain projetou e lançou no mercado um kit de irrigação de pastagem que oferece ao criador  ganho de produtividade e mais recursos com redução de custos.

Projetado no formato de kit para facilitar o transporte dos equipamentos, o produto é de fácil montagem e não exige a abertura de valetas. A novidade apresenta outra vantagem: pode ser utilizada a noite, gerando economia de energia elétrica. Ela tem baixo consumo de energia (2,5 CV por hectare), segundo a empresa.

O kit foi um dos destaques da edição 2017 da Agrishow, uma das maiores feiras de agronegócio do mundo, realizada anualmente em São Paulo.

1204, 2018

Peixes: lambari pode ser usado como isca viva em pescaria de espécies carnívoras, como o robalo

Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada por pesquisadores do Instituto de Pesca da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo.

Segundo o pesquisador e coordenador do estudo, Marcelo Barbosa Henrique, “uma das vantagens da utilização do lambari como isca viva é que se trata de uma espécie nativa que pode ser cultivada em cativeiro, ao contrário do camarão-branco (muito utilizado em pescarias), o qual é obtido por captura em alto mar”. “Além disso, acrescenta, o camarão-branco apresenta disponibilidade reduzida entre os meses de julho e dezembro, quando praticamente desaparece, e a sua captura pode causar impactos ambientais indesejáveis“.

Foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (Flickr/CC)

1204, 2018

Pesquisa da Epamig revela:queijo prato com novo corante previne ocorrência de doenças de olhos

O queijo prato pode ser mais um aliado na prevenção de doenças e lesões oculares, como a catarata, que chega a causar cegueira em pessoas com mais de 65 anos. Para isso, é preciso utilizar na fabricação daquele produto, o corante de luteína em substituição ao urucum. Essa foi a conclusão a chegou a pesquisadora Denise Sobral da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

“Substituímos o corante de urucum, utilizado durante a fabricação do queijo prato, por corante de luteína (com propriedades antioxidantes) que evita doenças e lesões oculares”, explica Denise, acrescentando: “os resultados apontaram a absorção de 6 mg de luteína em cada 100 g de queijo, quantidade necessária para uma dieta diária de reposição dessa substância no organismo; e o melhor: sem alterar o sabor do produto”.

Foto: Kelly Britos

1204, 2018

OIE destina 108 mil euros para o laboratório de viroses de bovídeos do Instituto Biológico (IB) de São Paulo

Os recursos da OIE (sigla em inglês) da Organização Mundial de Saúde Animal serão utilizados em um projeto que visa transformar o laboratório do IB em unidade de referência da OIE na América do Sul para a virose que provoca a doença conhecida como “língua azul”. Infecciosa, essa doença geralmente é fatal para os animais, mas não é transmitida ao homem. Os bovinos infectados normalmente não apresentam sinais clínicos; daí a importância das análises laboratoriais.

Os laboratórios-referência da OIE têm o objetivo de explorar todos os problemas relacionados à enfermidade. Além disso, desenvolvem projetos de pesquisa e fornecem assistência científica e técnica em temas relacionados ao diagnóstico e controle da doença. O laboratório de viroses de bovídeos do IB cuida de doenças de caprinos, ovinos e bovinos, entre outros animais.

1204, 2018

Embrapa desenvolve plataforma portátil para pesagem de bovinos

Desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a plataforma pode ser transportada em veículos de pequeno porte e montada em instalações de criação de gado. Possui duas abas reguláveis, que se ajustam a bretes (compartimentos para retenção de animais) de diferentes larguras, impedindo que os animais se machuquem, enfiando as patas no espaço entre o brete e a plataforma.
O tempo de montagem da plataforma, por duas pessoas, varia de 15 a 30 minutos. A estrutura permite pesagem de até 1.500 kg. Todas as peças que entram em contato com o animal são cobertas por uma borracha de alta resistência de 20 mm de espessura, diminuindo o estresse relativo a ruídos, possíveis choques e cortes. A plataforma pode ser utilizada também para outras espécies de menor porte, como ovinos e caprinos.

Foto: Juliana Brum

2702, 2018

EMBRAPA cria detector de prenhez para bovinos e equinos

Criado pelo núcleo Instrumentação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), o detector é portátil e usa a técnica de ultrassom.

Ele tem como função básica escutar, por meio do sistema de ondas ultrassônicas, o pulso embrionário do feto, permitindo diagnosticar a prenhez em éguas com gestação de 20 dias e em vacas, com aproximadamente 30 dias.

O diagnóstico de prenhez influi no manejo do rebanho, pois as fêmeas prenhas são normalmente colocadas em pastos de melhor qualidade com o objetivo de aprimorar a produção. Com esse instrumento é possível detectar a prenhez em bovinos e equinos com praticamente 100% de acerto. O método tradicional, chamado de toque retal, requer que o perito faça a apalpação nos cornos uterinos e pode resultar no chamado “falso positivo”, quando o feto está morto, podendo levar também à morte da fêmea prenha.

2702, 2018

ITAL desenvolve leite pasteurizado com prazo de validade 10 vezes maior

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Tecnologia dos Alimentos (ITAL), desenvolveu uma técnica de pasteurização de leite com validade de 50 dias, 10 vezes mais que o convencional. Contando com o apoio da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), o ITAL utilizou três tecnologias para conseguir o resultado de conservação, que garante as características nutricionais do leite.

O processo é realizado com uma máquina que faz a microfiltração do leite e, de acordo com a pesquisadora da Secretaria, que atua no Centro de Tecnologia de Laticínios (TECNOLAT) do ITAL, Patrícia Blumer Zacarchenco, atualmente, nenhuma empresa brasileira de laticínio utiliza o sistema para obter o produto com validade estendida. Ele é capaz de processar 150 litros de leite por hora. A máquina usada no estudo pertence ao ITAL e é produzida na França.

2702, 2018

Novidade: palma forrageira viabiliza criação de gado no norte de Minas Gerais

Para enfrentar as estiagens prolongadas que castigam o norte de Minas Gerais, criadores de gado daquela região passaram a usar, por recomendação da EPAMIG, empresa de pesquisa do estado, palma forrageira como fonte de alimento e água para os animais (a palma é constituída de 90% de água).

Segundo a EPAMIG, apesar de oferecer muita água aos animais, a palma tem baixo teor de proteína e, por isso, não deve ser usada como única fonte de alimento para o gado, e sim como complementação da dieta. “A palma pode participar em até 50% da dieta dos animais, combinada com outros alimentos, como silagem de milho (alimento preparado e conservado em silo)”, recomenda.

2702, 2018

Pará tem o primeiro búfalo gerado pela técnica “in vitro” na região Norte

A Universidade Federal do Pará e a Universidade Federal Rural da Amazônia anunciaram o nascimento do primeiro búfalo gerado pela técnica de fertilização “in vitro” na região Norte. A conquista é fruto de uma parceria entre aquelas instituições e uma empresa proprietária da fazenda onde foi realizado o experimento que possibilitou a reprodução do animal.

A biotécnica tem o objetivo de promover o melhoramento genético do rebanho. Ela utiliza sêmen de reprodutores selecionados para fertilizar ovócitos de matrizes com grande potencial genético de produção. Tanto a fêmea quanto o macho apresentam grande produção de leite ou carne, e seus embriões são transferidos para vacas que atuam apenas como “barriga de aluguel”.

De acordo com o coordenador do projeto, professor Otávio Ohashi, “essa técnica permite acelerar a produção de animais em menor tempo, com melhora significativa no padrão genético, gerando, consequentemente, aumento da produção”.

2702, 2018

Ouro Fino desenvolve e lança anti-inflamatório inédito para gado leiteiro

Trata-se, segundo a empresa, que atua no segmento de sanidade animal, do único anti-inflamatório brasileiro à base de meloxicam. “Processos inflamatórios causam desconforto aos animais, refletindo diretamente na capacidade produtiva”, diz Gustavo Paranhos, gerente de produtos para gado de leite na empresa, esclarecendo que o produto apresenta ação analgésica e anti-inflamatória prolongada (24 horas), além de uma proteção adicional para as cartilagens das articulações.

O Maxicam 2% é injetável e não causa efeitos colaterais, pois atua apenas nos pontos de inflamação, e pode ser utilizado em tratamentos de médio e longo prazo.

Foto: Ouro Fino

3101, 2018

Berganês: nova raça de ovinos desenvolvida e criada por agricultores de Pernambuco

Um grupo de agricultores da região de Dormentes, no interior de Pernambuco, com dificuldades nas plantações de milho, feijão, mamona e algodão devido às secassucessivas que não permitiam produção satisfatória desses cultivos, perceberam a necessidade de ter um complemento de renda para o sustento da família e resolveram desenvolver e criar a raça Berganês.

A nova raça é fruto do cruzamento das raças Bergamácia e Santa Inês, oriundas, respectivamente,da Itália e do Brasil. A Berganês não possui lã, é de pelagem escura, destina-se à produção de carne e adapta-se bem à região de Dormentes.

Os animais da nova raça apresentam, em média, 4,5 kg de peso ao nascer e podem alcançar até 12 kg no primeiro mês de vida.Por serem precoces,podem atender à demanda de marcado, que, na região de Dormentes,é de um animal com 6-8 meses, pesando 14 kg de peso-carcaça (carne, gordura e ossos).

3101, 2018

Instituto de Zootecnia-SP: gordura da carne de cordeiro não faz mal à saúde e é fonte de nutrientes

A conclusão édepesquisa do Instituto de Zootecnia (IZ) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo sobre o perfil dos ácidos graxos que compõem a gordura da carne de cordeiros superprecoces de raças deslanadas (sem lã) brasileirasSanta Inês e Morada Nova.

O estudo foi realizado no IZ com animais abatidos com idade entre 100 e 130 dias, conhecidos como superprecoces, que apresentam uma carne magra com gordura de boa qualidade nutricional.

De acordo com os pesquisadores do IZ, o teor de gordura na carne e a composição do perfil de ácidos graxos são benéficos para os consumidores, tanto pelo baixo teor de gordura, como pelo perfil favorável dos ácidos graxos, importantes para prevenir problemas de saúde.

“O estudo colabora para desmitificar o receio da ingestão de carnes, que poderia estar relacionado a possíveis problemas cardiovasculares, como aumento do mau colesterol (LDL)”, explicam os pesquisadores.

3101, 2018

ITAL desenvolve requeijão enriquecido com farinha da casca do maracujá

O pãozinho com requeijão, no café da manhã, poderá ser mais saudável, graças à tecnologia inédita desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, que produziu um requeijão com 50% menos gordura e baixo teor de lactose (açúcar presente no leite). O produto é enriquecido com farinha da casca do maracujá, o que o torna rico em fibras, melhorando o funcionamento intestinal e proporcionando maior saciedade aos consumidores.

O ITAL integra a Rede Passitec, coordenada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), que tem o objetivo de desenvolver produtos com a farinha da casca de maracujá, proporcionando maior geração de renda aos agricultores da região do Cerrado brasileiro.

3101, 2018

EMBRAPA: Moringa e mandioca substituem milho e soja na alimentação de galinhas

O uso de milho e de farelo de soja na ração de galinhas, comum em outras partes do Brasil, é mais difícil na região do Pantanal no Mato Grosso do Sul. Na área pantaneira, fatores como logística de transporte, custos de importação, chuvas irregulares e ataque de predadores nas lavouras, como periquitos e outros pássaros, inviabilizam o uso daqueles ingredientes.

Por isso, pesquisadores do núcleo Pantanal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) desenvolveram uma ração feita de moringa e mandioca, que pode substituir cerca de 50% do milho e do farelo de soja da alimentação tradicional, oferecendo bons resultados de engorda a custos menores para pequenos produtores.

A mandioca écultivada em abundância no Pantanal; já a moringa, tem múltiplos usos na região, podendo ser usada como componente de rações e de pasto para animais, como galinhas.

3101, 2018

Bovinos: método simples de avaliação corporal ajuda a aumentar a taxa de prenhez em 17%

Pesquisas realizadas pelo núcleo Rondônia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) demonstraram que animais com condição nutricional adequada avaliados com a tecnologia Vetscore chegam a obter uma taxa de prenhez 17% maior quando comparada com a taxa média nacional por inseminação artificial por tempo fixo (IATF) que está em 51%. A obtida em vacas selecionadas pelo dispositivo é de 61%.

Lançado pela EMBRAPA, o Vetscore é um instrumento simples formado por duas réguas articuladas que, ao serem posicionadas sobre a garupa do animal, indicam sua condição corporal. Isso permite identificar com mais precisão animais que necessitam de suplementação (reforço alimentar). Como resultado, aqueles em condições corporais inferiores são manejados adequadamente, aumentandoprodução de leite e taxas de penhez.

Foto: Rafael Rocha

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